Sou especialista em Fisioterapia Pélvica há mais de 20 anos, com mais de 10 mil atendimentos realizados. Me dedico a ajudar homens e mulheres a recuperarem qualidade de vida e bem-estar íntimo através de tratamentos personalizados e baseados em evidências científicas.
Sou professora e mentora na área de fisioterapia pélvica, com +20 anos de experiência. Sócia-diretora da Clinica By Care, especializada em fisioterapia pélvica.
Mestre em Ciências Médicas pela UFRJ – Especialista em Uroginecologia – CBES/SP
– Especialista em Geriatria e Gerontologia UERJ
– Precursora e responsável pela criação do primeiro ambulatório de Fisioterapia Pélvica no CEFAN/Marinha do Brasil, cuidando de incontáveis vidas com inovação e dedicação.
Como comunicadora em saúde da mulher, com formação especializada e ampla experiência clínica em hospitais de referência, como o HUCFF e HUPE – minha missão é informar, acolher e oferecer soluções baseadas em ciência para promover mais qualidade de vida, autonomia e saúde íntima feminina.
Na minha atuação como palestrante e porta-voz em saúde da mulher, me dedico a traduzir conhecimentos científicos em linguagem acessível, desmistificando tabus e empoderando minhas pacientes com informações confiáveis.
A incontinência urinária é a perda involuntária de urina que pode afetar mulheres e homens em diferentes fases da vida. Embora comum, principalmente após os 40 anos, não é normal e pode comprometer a liberdade, a autoestima e a qualidade de vida.
Os principais tipos de incontinência são: de esforço (ao tossir, rir, espirrar, levantar peso ou praticar exercícios), de urgência (vontade súbita e incontrolável de urinar, muitas vezes sem tempo de chegar ao banheiro) e mista (associação dos dois anteriores).
Nas mulheres, pode estar relacionada à gestação, parto, menopausa, atividades de alto impacto ou fraqueza do assoalho pélvico. Nos homens, é mais frequente após cirurgias de próstata. Em ambos os casos, também pode estar associada a doenças neurológicas, obesidade ou outras condições que afetam o controle da bexiga.
A Fisioterapia Pélvica é um tratamento eficaz, seguro e não invasivo, que combina fortalecimento muscular, biofeedback, eletroestimulação, reeducação do assoalho pélvico e uroterapia. Esses recursos ajudam a reduzir ou até eliminar os escapes, devolvendo confiança, liberdade e qualidade de vida.
As dores pélvicas podem ter diversas origens e afetam diretamente a qualidade de vida. A endometriose, por exemplo, pode provocar dores intensas, cólicas incapacitantes, dor na relação, constipação intestinal e até alterações no funcionamento da bexiga e do intestino. Mas não é a única causa: muitas mulheres e homens também enfrentam dor pélvica crônica, tensão muscular no assoalho pélvico, dores pós-cirúrgicas ou decorrentes de tratamentos ginecológicos e urológicos.
A Fisioterapia Pélvica é um tratamento eficaz, seguro e não invasivo, que utiliza recursos como laserterapia, técnicas de relaxamento muscular e mobilização dos tecidos, ajudando a aliviar os sintomas, recuperar a função e devolver qualidade de vida com mais leveza e bem-estar.
A dor durante a relação sexual não é normal e pode estar associada a disfunções do assoalho pélvico, como vaginismo, vulvodínia ou tensão muscular. Além disso, também podem ocorrer disfunções sexuais como anorgasmia (dificuldade ou ausência de orgasmo) e flatos vaginais (liberação de ar pela vagina durante o ato sexual), que afetam a autoestima e o bem-estar íntimo.
A Fisioterapia Pélvica é um tratamento eficaz, seguro e não invasivo, capaz de restaurar o equilíbrio da musculatura íntima e resgatar o conforto, a confiança e a qualidade da vida sexual.
A Fisioterapia Pélvica na gestação previne e trata disfunções do assoalho pélvico, como a incontinência urinária, além de preparar a mulher para o parto — seja vaginal ou cesariana. Contribui para reduzir os riscos de lacerações, a necessidade de episiotomia, o tempo de trabalho de parto e favorece uma recuperação mais rápida no pós-parto.
No puerpério, auxilia na retomada da atividade física com segurança, promove a reabilitação abdominal (diástase), fortalece a musculatura, melhora a flexibilidade e a consciência corporal, devolvendo bem-estar, confiança e qualidade de vida nesse período tão especial.
A sensação de peso na região íntima ou a impressão de uma “bola” saindo pela vagina pode indicar um prolapso dos órgãos pélvicos, como bexiga, útero ou reto.



É uma área da fisioterapia focada na saúde do assoalho pélvico — conjunto de músculos e ligamentos que sustentam órgãos como bexiga, útero e intestino. Ela atua na prevenção, tratamento e reabilitação de disfunções nessa região.
A lista é grande! Os mais comuns:
Incontinência urinária e fecal
Prolapsos (queda da bexiga, útero ou reto)
Disfunções sexuais (dor na relação, vaginismo, dificuldade de orgasmo)
Dores pélvicas crônicas
Preparação e recuperação no pré e pós-parto
Reabilitação após cirurgias ginecológicas, urológicas ou prostáticas.
Não! Homens também podem precisar, principalmente em casos de incontinência urinária após cirurgia de próstata, ejaculação precoce, disfunção erétil e dores pélvicas.
Não. A dor na relação nunca deve ser considerada normal. Pode estar relacionada ao assoalho pélvico tenso, ao vaginismo, à vulvodínia ou até a cicatrizes mal recuperadas. A fisioterapia pélvica tem protocolos eficazes para esses casos.
Tudo começa com uma avaliação detalhada, respeitosa e individualizada. Depois, são aplicados recursos como exercícios específicos, técnicas manuais, biofeedback, eletroestimulação, laserterapia e orientações personalizadas.
Não necessariamente. Muitas pacientes chegam direto por procura espontânea. Mas se houver laudos, exames ou encaminhamentos, eles ajudam a personalizar ainda mais o tratamento.
Depende da condição e da dedicação do paciente. Em geral, muitas pessoas percebem melhoras já nas primeiras semanas, mas o tratamento é progressivo e sempre personalizado.
Em vários casos, sim. Muitas vezes é possível evitar procedimentos cirúrgicos com o fortalecimento e reeducação do assoalho pélvico. Quando a cirurgia é inevitável, a fisioterapia ajuda no pré e no pós-operatório, acelerando a recuperação.
Não. Mulheres jovens, gestantes, puérperas, mulheres na menopausa, homens pós-cirurgia ou idosos — todos podem se beneficiar. O importante é buscar ajuda ao notar sintomas.
Sim. Ela é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como recurso seguro e eficaz para tratar disfunções pélvicas, com resultados comprovados em estudos científicos.